sábado, 26 de outubro de 2013

A Margem

Viver a margem, viver a beira das incertezas e mesmo assim, viver. A pobreza é um problema que existe a longos anos e a cada ano vão sendo coisas superficiais que só resolvem os problemas por pouquíssimo tempo. Como se fossem um tipo de maquiagem, onde com o passar do tempo já não estão mais fazendo algum efeito.      Com o surgimento da sociedade capitalista, a divisão entre o rico e o pobre ficou cada vez mais visível no mundo, hoje esta situação de pobreza é vista como algo um tanto "comum", sendo que o começo da desse estilo de sociedade só fez consolidar o que já existia. Isso no Brasil, já faz parte da cultura do país, tratar a pobreza como algo natural, se tornou algo cultural dentro da sociedade. O mundo têm passado por inúmeros avanços, ainda é normal ver pessoas que precisam dar um jeito para sobreviver,  sustentar suas famílias, pedindo esmolas, sendo vendedores ambulantes ou até mesmo roubando. Essas são pessoas que não têm nenhum tipo de escolaridade, o que torna impossível de conseguir um emprego digno que garanta o seu pão de cada dia, essas pessoas ficam a mercê de um governo que está mais preocupado com coisas banais do que com o futuro de uma sociedade pobre. O Brasil é marcado por fazer coisas superficiais para dar assistências aos mais precisados, como exemplo temos os moradores de rua, que não recebem umas devida atenção, assim ficam jogados em calçadas, viadutos, sem esperanças de dias melhores. Podemos perceber histórias completamente diferentes nas ruas, pessoas que um dia já tiveram tudo e hoje não têm absolutamente nada, e o mais incrível de tudo é que estão sempre sorrindo sem perder o senso de humor, não deixando que a situação que estão vivendo no momento tire a felicidade de viver. O governo tenta ajudar, mais ainda é muito pouco, pois o número de moradores de rua é muito grande e dar assistência devida a todos acaba sendo complicado. Muitas dessas pessoas estão completamente desintegradas n sociedade, como se vivessem em outro mundo, sem nenhum tipo de identidade formada. Estar nas ruas em situações extremamente precárias, só leva a esses moradores a se tornarem viciados em drogas e em bebidas alcoólicas, o que torna mais difícil fazer algo mais preciso para esses moradores. Saber olhar com atenção para essas pessoas já é um começo para tentar ajudar da melhor forma possível.

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