Faaaala galera! Tudo sussa?! Cheguei aqui pra bater um papo sobre cultura e pobreza, assunto que o nosso grupo está debatendo aqui no blog. E tá até decente, cá pra "nóis"!
Mas falando sério, esse tipo de assunto não se pode tratar de forma arbitrária e livre não. Sabe porque? Por que viver num país como o nosso, com diversos tipos de culturas e a desigualdade social sendo escancarada, nos dá uma falsa ideia de que todos nós participamos da mesma cultura, do mesmo grupo. O que não é verdade, pois, quando se trata de pobreza, nós isolamos o fato como algo social e não como algo ruim para a sociedade. Por isso julgamos os estilos, gostos e ideais que fazem parte do contexto daquela região mais pobre.
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| http://www.caoquefuma.com/2012/07/a-cultura-da-pobreza.html |
A "sociedade" que vive nos locais mais periféricos, humildes e etc, criam um estilo de cultura própria para poder sobreviver naquele tipo de ambiente. Diversificando sempre e continuamente em cada região uma nova característica e estilo. Em algumas das vezes, esses estilos(como venho tratando relacionando à cultura), se sobressaem e chegam a um nível mais alto, participando generalizadamente do contexto brasileiro. A música, a dança, o folclore e a religião são alguns dos estilos/culturas que conseguem ser notados de forma direta pelas outras culturas regionais. A mídia também é culpada por caracterizar de modo errado essas culturas, esses estilos. O pobre excluído, o desdentado, a mulher feia, a violência, o favelado e suas culturas em si, se tornaram produtos nas mãos das mídias e industrias das mesmas, as quais patrocinam e incentivam a cultura da pobreza.
Então, ao se falar de pobreza e cultura num mesmo tópico, temos obrigatoriamente que entender e interpretar, os contextos, os modos de vida e a região em que se encontram.

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