Um
dos fatores que leva a acumulação de varias pessoas nos centros urbanos é a
falta de estratégias e capital, por parte do governo. Provocando auto índice de
desemprego, levando a população a procurar alternativas pra sua sobrevivência. Embora
esses moradores tenham os mesmos direitos que um individuo em comum, isso leva
pessoas próximas a esses locais a enxergarem por outro lado e não a do social,
reconhecendo eles como ‘’tal’”.
Esses
moradores por estarem na rua muito tempo, o convívio entre eles abrir uma discussão
entre os olhares das pessoas, uma grande desigualdade, criando um conceito por
parte da população que ali só têm marginais. Com a proporção que aumenta os
anos de vida nas ruas, se torna cada vez mais estável a condição de morador.
“É
possível identificar diferentes situações em relação á permanência de moradores
nas ruas:
- Estar na rua:
Expressa
à situação daquele que, desalentado adotam a rua como local de pernoite e já
não a consideram tão ameaçadoras.
·
Ficar na rua: reflete um estado de precariedade de quem além de estar
sem recursos para pagar uma acomodação, não consegue vaga em um albergue.
- Ser da rua:
Nas
situações anteriores é possível alternar a rua com outros lugares de residência
e com trabalhos diversos, pode acontecer ate mesmo que o individuo saia
definitivamente da rua, retorne ao lugar de origem, consiga emprego, constitua
família.
Esta
realidade solicita a intervenção do Serviço Social junto a esta população que
vem se ampliando cada vez mais, exigindo a busca constante de estudos visando
qualificar a ação profissional, uma vez que, na bibliografia atual, o tema tem
ocupado espaço restrito”.
ETIC - ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - ISSN 21-76-8498, Vol. 1, No 1 (2005)
http://intertemas.unitoledo.br/revista/index.php/ETIC/article/viewArticle/980
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